Nos últimos anos, perante os efeitos do aquecimento global, do esgotamento de recursos naturais, da extinção de espécies etc., é perceptível a preocupação por parte da sociedade
em buscar produtos mais ecológicos e que agridam menos o ecossistema. Seguindo esse cenário, algumas empresas, corporações e até mesmo governos, se vinculam a estratégias de marketing com o intuito de passar uma falsa imagem em relação a hábitos mais sustentáveis. Essa prática que ficou conhecida como Greenwashing.
Por quê a prática se chama Greenwashing?
A expressão Greenwashing surgiu no início dos anos 90, em um artigo publicado na revista New Scientist. O termo significa “lavagem verde” ou “maquiagem verde”. Nesse contexto, as marcas criam uma aparência de sustentabilidade, sem aplicá-la na prática, visando atrair clientes com consciência ecológica, ascender no mercado, gerar lucros e em contrapartida, gastar menos.
Na última sexta-feira do mês de novembro ocorre a Black Friday, inaugurando a temporada de compras de fim de ano. Os empresários do setor varejista realizam promoções para atrair os consumidores. Dessa forma, os números de propagandas crescem disparadamente e consequentemente, as propagandas enganosas também. Por isso, é importante estar atento em relação ao tipo de produto que se está consumindo e se ele é adequado aos seus princípios.
Como identificar o “Falso Sustentável”?
O que fazer para não ser vítima do Greenwashing?
Por fim, é essencial além dos produtos, observar as embalagens utilizadas,o processo de gerenciamento de resíduos da empresa, se ela realiza o reaproveitamento de recursos naturais, entre outros, pois, ao falar em “produto sustentável”, todos os processos estão conectados para a qualidade de vida e preservação ambiental.
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